Na minha mesa
Honda Prelude na caixa: criar desejo antes de explicar o produto
A Honda colocou o novo Prelude numa caixa de colecionador em tamanho real. A ação cria valor ao redor do carro, mas também aumenta a expectativa.
Cyro Mello1 min de leitura
A Honda colocou o novo Prelude dentro de uma caixa transparente em tamanho real, como se o carro fosse uma miniatura de colecionador.
A escolha é interessante porque, antes de apresentar potência, tecnologia híbrida ou qualquer característica técnica, a marca decidiu dizer ao público como o carro deveria ser percebido: um objeto de desejo. A caixa não explica o produto. Ela cria valor ao redor dele.
Se estivesse na minha mesa, eu aprovaria
Não apenas porque chama atenção, mas porque recupera uma relação emocional que muitas marcas de automóveis parecem ter esquecido. Para algumas pessoas, um carro não é somente um meio de transporte. É algo que elas pesquisam, admiram, colecionam e desejam desde pequenas.
O risco
Quando a campanha coloca o produto simbolicamente dentro de uma caixa de colecionador, ela também aumenta a expectativa sobre tudo o que está lá dentro.
A ação criou desejo antes de explicar o carro. Agora, o Prelude precisa provar que merece a embalagem.
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