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Campanhas reais analisadas: eu aprovaria ou não?
- Cyro Mello.Na minha mesa
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Burger King e Fiuk: oportunismo ou timing?
O Burger King transformou a fase difícil de Fiuk em campanha. Por que a ideia só funciona porque o alvo da piada aceitou contá-la.
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- Cyro Mello.Na minha mesa
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Serasa e Rochelle: a personagem certa na história errada
A Serasa acertou ao escolher Tichina Arnold, mas errou no roteiro. Por que a nostalgia precisa respeitar a lógica que fez o público gostar da personagem.
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- Cyro Mello.Na minha mesa
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A Häagen-Dazs saiu do Brasil. O brasileiro não parou de tomar sorvete
Nome internacional, embalagem sofisticada e preço alto já não bastam para ser premium. O que a saída da Häagen-Dazs ensina sobre relevância de marca.
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- Cyro Mello.Na minha mesa
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O Boticário deu 9 mil presentes para ser lembrado depois
Para lançar o Lembrete de Datas, O Boticário presenteou uma cidade inteira. Por trás do carinho, uma estratégia de dados e recompra muito bem construída.
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- Cyro Mello.Na minha mesa
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Honda Prelude na caixa: criar desejo antes de explicar o produto
A Honda colocou o novo Prelude numa caixa de colecionador em tamanho real. A ação cria valor ao redor do carro, mas também aumenta a expectativa.
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- Cyro Mello.Na minha mesa
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Ypê depois da Anvisa: agradecer sem pedir desculpas
Após a suspensão de produtos, a Ypê voltou à mídia agradecendo a confiança dos brasileiros. Uma decisão inteligente, mas não necessariamente confortável.
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